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2012, Ano Apostólico. O Ano do meu Milagre!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A chave de Manaus está nas mãos de Jesus

Mais uma vez, em um momento estratégico, Deus permite que o Apóstolo e Vereador Marcel Alexandre seja o Prefeito em exercício da cidade de Manaus. Veja nesta entrevista o entendimento espiritual sobre este assunto e os desafios que o Apóstolo Marcel tem enfrentado para consolidar as vidas no Reino e toda uma cidade
Por: Ayda Rodrigues

Em vários momentos importantes, o senhor está como prefeito da cidade de Manaus. Como o senhor recebe este feriado, sabendo que se trata da festa da carne, um movimento que sabemos o peso no mundo espiritual?

Na verdade, eu sempre tive um sonho, que nas datas especiais e tão desafiadoras, a cidade pudesse estar guardada por Jesus. Nessas festas, ocorre um número maior de acidentes e ninguém melhor que uma autoridade espiritual para guardar a chave da cidade. Alguém que ora e busca a Deus. Como prefeito, esta chave está nas mãos de Jesus, pois Ele é o Senhor das Vidas. Esses dias são dedicados para alegria, e assim como diz a Palavra: “A alegria do Senhor é a minha força”. Então, sinto-me honrado por estar no posto de prefeito nesse tempo. A chave da cidade está nas mãos de Jesus.

O senhor é um consolidador de êxito no Ministério, quais são os maiores desafios encontrados para consolidar uma cidade?

É preciso ter uma visão de cidadania, de pessoa, de visão espiritual na visão mais profunda e real do ser humano. Tem que olhar para as pessoas com amor e dedicação. Independente de ser Pastor, Apóstolo, Vereador ou Prefeito, o meu ideal é serviço. Quando entendemos esses fatores, consolidamos e ganhamos a confiança das pessoas, ainda que não possamos dar aquilo que é esperado, elas recebem algo que no momento é essencial.

Qual a parte mais difícil em consolidar alguém na Visão?

Ganhar a confiança da pessoa, ser visto como alguém digno de receber a confiança. A maior crise é de credibilidade. O outro desafio é ser visto como instrumento de Deus. É preciso entender que as pessoas vêm para Deus e não para o homem de Deus. Elas vêm com uma esperança de que não irão se decepcionar, porém nós somos humanos e, por muitas vezes, erramos. Então, é preciso prestar atenção ao que é designado por Deus, pois somos seus representantes.

Qual seria a palavra chave para este ano e este congresso?

A palavra chave é consolidar multidão, mas o instrumento chave é a Palavra que procede de Deus. Este é o desafio: ser o instrumento de Deus. Quem é instrumento de Deus precisa saber entrar nos oráculos divinos onde Deus fala de verdade.

Fonte: Mir

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Após leilão de aeroportos, PT tenta afastar marca da privatização

Texto submetido ao diretório do partido nega semelhança entre operação e processo comandado no governo FHC

Passado o leilão que concedeu a consórcios privados o controle de alguns dos principais aeroportos brasileiros, o PT trabalha para tentar se desvincular da marca das "privatizações". Reunido ontem em Brasília, o partido produziu um texto no qual rejeita a compração entre o leilão concluído nesta semana e a venda de estatais comandada durante o governo do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.

O texto-base que deu origem ao documento foi produzido pelo secretário-geral do PT, Eloi Pietá, e revisado pelo presidente nacional do partido, Rui Falcão.
 
No texto, o PT refuta o uso do termo "privatização" para se referir à mudança no controle dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, anunciada nesta semana. Afirma que o governo da presidenta Dilma Rousseff realizou apenas uma "concessão", com prazo determinado de validade, e acrescenta que "não é verdade que acabou a disputa ideológica sobre as privatizações, como afirmou uma apressada voz tucana". A política de privatizações do governo FHC também englobou transferências de controle com prazo tempo determinado.

O texto produzido pelo PT é uma referência ao fato de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ter declarado que, com o leilão, Dilma "desmistificou o demônio do privatismo". Diante do resultado do leilão nos aeroportos, líderes do PSDB vieram a público dizer que a operação evidenciou a contradição do PT em relação ao tema das privatizações. O presidente nacional do partido, Sérgio Guerra (PE) disse que os petistas usaram as privatizações para atacar tucanos em campanhas eleitorais e agora "não têm coragem de assumir" sua real posição sobre o tema.

"Nós não confundimos concessão com privataria tucana", reagiu ontem o presidente do PT, Rui Falcão. "Não vejo porque toda essa celeuma, já que o sistema de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília nada tem a ver com o modelo privatista dos tucanos, que entregou patrimônio público a preços duvidosos."

Fonte: ig (com informações da Agência Estado)

Gilberto Carvalho se desculpa com Magno Malta

O secretário-geral da Presidência realmente entrou para a lista negra da bancada evangélica no Congresso.

Veja abaixo trechos do discurso em que o senador Magno Malta (PR-ES) desancou, ontem, o assessor da presidenta Dilma Rousseff, por declarações que Carvalho teria feito no Fórum Social de Porto Alegre segundo as quais a próxima disputa ideológica do governo será contra os evangélicos.

O vídeo abaixo foi copiado da página do Senado Federal. Já tem trechos pesados, em que Malta manda Carvalho lavar “a boca com álcool”, chama-o de camaleão, “sempre na cor da situação”, etc. Mas foi retirada a parte em que o senador xingou o ministro de safado.

Mas vale para conferir irritação do político evangélico com o ministro católico e ex-seminarista:

O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, não quer briga com os evangélicos e nem com o senador Magno Malta (PR-ES), que o chamou de safado porque teria declarado que o próximo embate ideológico do governo seria com os evangélicos.

Ao participar de uma solenidade no Itamaraty, ontem à noite mesmo, Carvalho soube dos ataques do senador e correu para tentar esfriar a história. Veja:

Fonte: ig

Em assembleia, policiais militares decidem manter greve na Bahia

Grevistas devem dar coletiva para explicar motivos da continuidade da greve; oficiais ainda não definiram se aderem à paralisação

A assembleia dos policiais grevistas da Bahia terminou por volta das 20h20 desta quinta-feira (9) e decidiu que a greve continua. Os policiais rejeitaram pontos da proposta do governo da Bahia.

O Executivo sinalizou com o pagamento da Gratificação por Atividade de Polícia (GAP) 4 a partir de novembro deste ano; e da GAP 5 a partir de 2013; além da anistia administrativa aos grevistas que participaram pacificamente do movimento.

Os grevistas devem conceder entrevista coletiva para explicar os motivos da continuidade da greve. Cerca de 6.000 pessoas participaram da reunião.

Nesta sexta-feira, policiais devem fazer nova assembleia para decidir os rumos da paralisação.

No Ceará: Assembleia do Ceará aprova gratificação e anistia para PMs grevistas

Oficiais da PM que fazem outra assembleia ainda não definiram se aderem ou não à paralisação.

Nos municípios de Brumado, Ibicoara, Guanambi, Campo Formoso, Macaúbas, Livramento de Nossa Senhora e Poções a greve chegou ao fim.

Líder
 
O presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (Aspra), Marco Prisco, preso na manhã desta quinta-feira (9), esteve no DPT (Departamento de Perícia Técnica), onde fez exames de corpo de delito. De lá, Prisco seguiu para a Cadeia Pública de Salvador, no Complexo Penitenciário da Mata Escura. Ele vai dividir a cela com outros internos, segundo informou seu advogado, Rogério Andrade.

Polícias Civil, Militar e bombeiros entram em greve no Rio

PM não sairá dos quartéis; com 30% do efetivo, Civil e Bombeiros atenderá a emergências. “Agora é com o Exército e a Força Nacional”, disse porta-voz da greve

Assembleia realizada na noite desta quinta-feira (9) optou pelo início da greve no Rio
Responsável pelo patrulhamento ostensivo das ruas do Rio, a Polícia Militar foi a corporação que mais radicalizou na greve, entre as forças de Segurança Pública que decidiram na noite desta quinta-feira (8) pela paralisação no Estado. Os PMs optaram ficar em greve aquartelados em seus batalhões, sem sair para nenhuma ocorrência.

“Agora, é com o Exército e a Força Nacional!”, disse o policial Wellington Machado, que anunciou a decisão da comissão de greve. “O que acontecer nas ruas não é mais problema da PM”, afirmou um oficial que preferiu não se identificar. “A orientação é para a população não sair de casa”, alertou o soldado Thiago Reis, integrante do comando do movimento.

Tropa de reserva técnica do comando da PM, Bope e Batalhão de Choque também teriam aderido à greve, de acordo com os manifestantes, e só sairiam em caso de resgate de reféns ou policiais feridos.

De acordo com os manifestantes, a primeira condição para o início das negociações com o governo é a libertação do cabo Benevenuto Daciolo.

Nesta madrugada, a orientação era que os policiais já seguissem para suas unidades, onde permanecerão por tempo indeterminado. “Se puderem levar as esposas, levem. A família deve ficar próximo do policial neste momento. Policiais inativos também estarão aquartelados”, afirmou Wellington.

A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros também optaram pelo aquartelamento, porém destinarão 30% do efetivo a atender ocorrências graves. No caso da Polícia Civil, serão registrados casos que envolvam risco de morte e violência; a Delegacia de Homicídios será a única unidade que funcionará normalmente; os bombeiros também vão operar em incêndios graves e acidentes com vítimas, ou afogamentos, por exemplo.

“Estamos pedindo calma aos policiais. Em nenhuma hipótese serão tolerados atos de vandalismo”, disse o diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis, Francisco Chao.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

VEREADOR MARCEL ALEXANDRE SE POSICIONA CONTRA ATAQUE DO PREFEITO

A respeito da mensagem do Prefeito, nesta terça-feira (07) em tribuna, o Vereador Marcel Alexandre explanou sobre sua decepção quanto ao discurso do Prefeito no dia anterior - “Eu esperava sinceramente que o Prefeito Amazonino Mendes viesse bem tranquilo dando o relatório dele, até porque na semana anterior eu estive presente como Presidente em exercício da CMM, representando a Casa Legislativa, no relatório do Governador Omar Aziz na Assembleia. E lá eu presenciei a decência, o tratamento elegante e a postura exemplar do politico Omar Aziz com sua simplecidade, clareza e coração ..., e mesmo enfrentando dificuldades manteve seu comporamento exemplar e deixou a todos que estavam presentes motivados, pois eu sai de lá com grandes esperanças a cerca do Governo do Estado, porque se tratou de tantas coisas, entre elas de emprego e renda que serviu de indicador da dedicação que o governo esta implantando. E este abriu meu coração para a manhã da segunda-feira que ainda viria, para ouvir e ver o último ano do Prefeito Amazonino Mendes e seu discurso marcado para o dia 06 na abertura dos trabalhos parlamentares da CMM.” 

O vereador Marcel Alexandre complementou a respeito da postura do Prefeito e do seu discurso com intenção de atingir e ferir a imagem de alguns políticos: “(...) a mensagem do Prefeito iniciou-se com um desfile de mágoas, que decepcionou a todos os presentes, em um discurso magoado, ferido, menosprezando grandes líderes desta cidade, e enigmático em coisas que não poderia ser como é a questão da “picareta”. Eu entendo 'picareta' como instrumento de trabalho, no entanto ele usou como instrumento de medição de caráter..., depois atribuiu de maneira enigmática a um político que, segundo as palavras do próprio prefeito, ele não gosta..., e este discurso e postura de ontem, não é de alguem que gosta de política, pois faltou respeito com os eleitores, porque um representante e chefe do executivo que chega e diz que os eleitores são desatentos, isto sim que é um desrespeito com os eleitores que o elegeram..., e que pena que não se podia apartear, pois merecia uma parte para defender o povo de Manaus que não merecia estas palavras..., quem é ele para falar de desatento com a cidade toda esburacada.”
 

“... e eu lamento profundamente que tenham tropeçado no desrespeito que um político experiente..., e ninguem pode tratar pessoas como se fossem coisas da maneira que ele fez, então a população de Manaus merece respeito, os políticos de Manaus merecem respeito, e nos esperavamos do Prefeito Amazonino que nós desse um minimo de respeito e respeito a esta Casa, porque atacar os vereadores desta casa do jeito que ele fez merecia uma correção da presidência, mas como o atual presidente Issac Tayah é um homem elegante que sabe respeitar tratou com respeito aquele que não tratou com respeito a Casa..., então a atitude e as palavras do Prefeito são o que tenho a lamentar” – disse Vereador Marcel Alexandre.

Marcel Alexandre finalizou com sua preocupação em lembrar a todos os demais vereadores que se deve ter cuidado com o tema água, pois o prefeito disse que está envolvido e assim como um pequeno alerta atentar a qualquer irregularidade que leve a distribuição de água para mãos erradas.

As considerações feitas pelo Vereador Marcel Alexandre respondem a falta de respeito do atual Prefeito, e assim prova que se deve ter ciência que a chamada oposição é o resultado de uma coerente análise crítica, cujo fundamento, ou seja, a razão de sua existência é defender o interesse público da população Manauara, e neste caso fazer com que a população saiba a verdade, e seja respeitada.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Marcel Alexandre representa CMM na reabertura dos trabalhos da ALEAM

O Vereador Marcel Alexandre representou a CMM nessa quarta-feira (01/02), na Solenidade de reabertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), com a leitura da mensagem do Governador do Estado Omar Aziz. O evento é marco de mais um ano parlamentar para a ALEAM (17ª Legislatura da Assembleia Legislativa).

Em seu discurso de abertura o Governador Omar Aziz destacou pontos em sua mensagem de abertura, os quais levaram em consideração o que já foi feito e também o que se espera deste ano. A respeito da migração dos haitianos, o Governador utilizou a palavra “solidariedade”, pois entende da necessidade deste povo que deve ser bem recebido.

Foi destacado que o governo atual trabalha incansavelmente para atender as necessidades daqueles que mais precisam, garantindo à população o acesso a serviços básicos, oportunidades à moradia digna, saúde e educação de qualidade, geração de emprego e renda, e uma segurança cada vez mais presente no meio do povo.